Central de Comercialização concorre a prêmio de Tecnologia Social em Brasília

A Central de Comercialização de Economia Solidária de Mato Grosso do Sul (CCES/MS), que é uma das finalistas ao Prêmio da Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social tem torcida garantida do governador André Puccinelli, que nesta terça-feria (12), durante a entrega da reforma e ampliação das novas instalações para venda da produção de agricultores familiares e artesão do Estado ressaltou que está confiante da conquista do prêmio.

Além de Mato Grosso do Sul, os finalistas dos Estados de Goiás, São Paulo, Bahia, Tocantins e Rio Grande do Sul, estão concorrendo aos prêmios de R$ 80 mil, R$ 50 mil e R$ 30 mil. Esses projetos favorecem especialmente as mulheres, que estão transformando a realidade das suas comunidades. Vamos fazer uma corrente de fé para que a nossa Central de Comercialização de Economia Solidária de Mato Grosso do Sul, que vemos hoje entregue à população através de parceira do governo federal e estadual, saia vencedora deste prêmio, disse Puccinelli.

Este ano a CCES/MS concorre na categoria Mulheres ao Prêmio da Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social com o tema: Prática de Autogestão da Economia Solidária em Mato Grosso do Sul garantindo a sustentabilidade. Que o Estado possa se autogerir com sustentabilidade, completou André.

Os vencedores serão conhecidos no dia 19 de novembro, durante a cerimônia para a entrega do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, em Brasília/DF.

Partilha

A Tecnologia Social Prática de Autogestão da Economia Solidária é referência na América Latina há quase sete anos em autogestão e modelo de transformação social. O projeto tem o envolvimento de 38 municípios e funciona com a participação de todos os cooperados, em regime democrático.

A Central

Na Central de Economia Solidária de Mato Grosso do Sul, que faz parte da tecnologia social, são comercializados produtos da agricultura familiar, indígenas, quilombolas, além de artesanatos da fibra de bananeira, bordados e artesanatos regionais. No espaço também são oferecidos serviços como: ateliê de costuras, salão de beleza e massoterapia com profissionais cegos.

O resultado do trabalho é o aumento na renda das famílias envolvidas, da autoestima e no enfrentamento das desigualdades sociais.
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